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Ruptura de Estoque: o que é, como calcular e evitar?

mar 23, 2020
Entenda por que a ruptura de estoque pode ser um grande problema para sua empresa e confira algumas dicas de como evitar esta situação.

O que é ruptura de estoque?

Ir em alguma loja, supermercado ou outro comércio e não encontrar aquilo que procura não é uma boa sensação. Você provavelmente já passou por essa situação, e convenhamos não é nada legal. Isso é a ruptura de estoque. Em outras palavras, a ruptura de estoque é não ter para vender o produto que o cliente quer no momento da compra.

Este é um problema recorrente no mercado varejista brasileiro e ainda um grande desafio a ser superado, tanto por questões culturais, como pela complexidade de um segmento tão multifacetado como é o varejo. Os impactos vão muito além do momento da venda: a empresa perde clientes, market share e faturamento.

Consequências da ruptura de estoque

A ruptura de estoque pode gerar grandes prejuízos financeiros para os negócios. Para se ter uma ideia do cenário, as perdas com ruptura aproximaram-se de 53 bilhões de reais no Brasil, em 2019. Estima-se ainda que as empresas podem perder 5% a 10% de clientes por falta de produtos na loja. Uma coisa é certa: a ruptura de estoque impacta diretamente no lucro do negócio.

Apesar de ser um grande desafio, a ruptura de estoque tem solução desde que as estratégias e os processos certos sejam aplicados. Por isso, separamos cinco dicas para evitar que a ruptura de estoque aconteça. Confira:

Como evitar a ruptura de estoque

Elaboramos essas cinco dicas práticas, com base em experiências e projetos já realizados pela delaware no mercado varejistas e que podem ser aplicadas a diversos tipos de negócios.

1. Dados Confiáveis

Os dados que você possui sobre os produtos do seu negócio são de extrema importância para não ter ruptura de estoque. Dessa forma, o cadastro de seus artigos deve ser organizado e estruturado de maneira clara e objetiva, sem duplicados ou inativos, para que as informações mais importantes possam ser interpretadas pelos os responsáveis.

Cada uma das lojas tem suas particularidades, e por isso devem ter seus próprios sortimentos, de acordo com suas necessidades e seus objetivos. Para isso, deve-se ter uma estrutura mercadológica, que deve ser alinhada com o propósito e o público-alvo dos produtos que você possui.

O lead time é outro fator que conta muito para as informações confiáveis, tanto por parte dos fornecedores, da loja e do cd, devendo estar pré-estabelecido para que a chegada e saída de produtos da sua loja esteja organizada. 

2. Inventário Realista

A partir desse inventário, você poderá ter um controle maior em relação às compras, principalmente na questão da sua programação. Quanto mais padronizado for o seu processo, mais facilidade você terá em automatizá-lo e, consequentemente, focar suas forças em novas oportunidades de crescimento. O monitoramento continuará acontecendo, mas o processo será muito mais rápido.

A integração online também ajuda muito o processo do inventário. A partir do momento que o seu sistema consegue entender e gerar a informação automática de um produto saindo ou entrando da sua loja, você terá muito mais controle sobre a necessidade de adquirir novos produtos. 

Os alertas são muito importantes para que o estoque da sua loja fique mais organizado e você pode combinar alertas automáticos, enviados pelo próprio sistema, ou alertas manuais, como a criação de uma prateleira separada para estoque de segurança.

3. Consumo

Como funciona o fluxo de consumo dos seus produtos? Deve-se começar pela análise histórica, que funcionaria para um cálculo médio do que o seu próprio produto gera de demanda, em que época as suas vendas atingem o ápice, entre outras informações. Esse cálculo deve ser realizado a partir dos dias de consumo sem ruptura.

Aprimorando este cálculo, é necessário entender que por mais que o produto de uma certa marca esteja em ruptura, a loja deve ter em estoque o mesmo produto, só que de outra marca. Embora não seja exatamente o que o consumidor esteja procurando, você ainda poderá oferecer o produto que desejado. A consolidação multi-canal irá ajudar muito no cálculo de consumo e nos seus processos de vendas. Por isso esteja sempre atento às novas tendências de vendas e às formas com que o seu consumidor de adapta aos seus produtos. 

4. Fornecedor

A relação com o fornecedor dos seus produtos é essencial para que o processo de compras esteja mais organizado e correto. É importante monitorar os pedidos que chegam atrasados ou com quantidade diferente do pedido, e assim desenvolver indicadores de confiabilidade, e assim avaliar fornecedores que você pode contar ou não.

5. Dashboards

As informações devem ser disponibilizadas de maneira simples e rápida para otimizar o trabalho e tempo da equipe. Com dados disponibilizados a partir de gráficos dinâmicos e online, o processo de planejar novas ações e tomar decisões estratégicas para o negócio será feito de forma muito mais ágil e assertivo, gerando melhores resultados para a operação das lojas.

Outro fator que deve ser levado em conta é a previsibilidade de algumas situações que possam vir a acontecer, como por exemplo quando que o estoque vai acabar, quando que irá se vender mais produtos, ou quando se terá uma sazonalidade. Todos esses fatores podem ser previstos se as informações estiverem completas e atualizadas em dashboards. 

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